Bem vindo ao blog do Tiny

Como abrir uma loja virtual de sucesso

Como abrir uma loja virtual de sucesso

04.07.2019 por Laika em E-Commerce

Quer um guia completo de como abrir um e-commerce? Separamos algumas dicas para que sua loja virtual seja um sucesso.

À medida que a tecnologia avança, transforma-se também a nossa maneira de se relacionar com as pessoas e o mundo. Uma das maiores mudanças que tivemos, nesse sentido, foi com relação à forma de comercializar produtos. Na era em que tudo é feito à base da internet, quem deseja fazer parte do varejo precisa saber como abrir uma loja virtual.

É preciso ter em mente que um dos quesitos mais levados em consideração pelos consumidores, é a comodidade. Com o tanto de informações disponíveis na web e as facilidades em comprar com apenas alguns cliques, diminui bastante o número de pessoas que ainda saem de casa, perdem horas andando e não se incomodam em enfrentar filas.

Para o lojista, podemos falar em maior alcance. Ter um e-commerce possibilita vender para pessoas que estejam em qualquer ponto do país, e não apenas para aquelas da própria região.

Vamos conversar um pouco sobre os pontos que você precisa levar em consideração neste momento?

Afinal, abrir uma loja virtual vale mesmo a pena?

Os dados que temos em relação ao crescimento das lojas virtuais são bem promissores. No primeiro semestre de 2018, e-commerces faturaram R$ 23,6 bilhões, segundo a pesquisa Webshoppers 38, realizada pela Ebit/ Nielsen. Isso representou uma expansão de 12,1% em relação ao ano anterior. Temos também um crescimento de 8% em relação ao número de pedidos, e de 3,8% em relação ao ticket médio.

Precisamos lembrar que o país enfrentou uma grande greve dos caminhoneiros entre maio e junho desse mesmo ano, o que causou certo prejuízo na época, pela demora na entrega e pela brusca queda nos pedidos. Ou seja, o crescimento tinha condições de ser ainda maior, se não fosse por tal contratempo.

Com essas informações, ainda podemos pensar nas vantagens que um empreendimento online traz. Além das já mencionadas, como comodidade e alcance, é possível pensar nos custos, que são menores do que os investidos em uma loja física, por exemplo custo de pessoal e aluguel do espaço, por exemplo, que costuma ter um valor muito alto.

Além disso, ainda existe a disponibilidade 24h, todos os dias. Enquanto, no e-commerce, um consumidor pode decidir por comprar à meia-noite de um sábado, sem o menor problema, em uma loja física, ele precisaria esperar o estabelecimento abrir para fazer a mesma operação.

Por onde começar?

Bem, não restam dúvidas de que vender pela internet pode ser uma boa decisão para quem quer estar no mercado de comércio, certo? Mas, para que tudo dê certo, você precisará ter um ótimo planejamento e uma eficiente estrutura, bem como cuidar da organização e monitorar as operações constantemente.

Faça um planejamento

Esse é o passo em que muitos empreendedores pecam. Ter uma noção da própria realidade, de como está o ambiente atual e de quais riscos o negócio corre é algo primordial para ser feito antes e durante o percurso.

A ferramenta SWOT é uma das possibilidades a serem usadas, já que permite ter uma boa visão dos fatos, ao relacionar aspectos positivos do ambiente interno e externo, como pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças.

Nesse aspecto, é preciso pensar também na parte financeira. Assim, faça um levantamento dos principais custos nos primeiros anos, como:

  • registro do e-commerce;
  • tributos;
  • aluguel de plataformas e demais recursos que ajudam na operação, como ERP, gateways de pagamento;
  • custos com as primeiras aquisições de produtos ou matéria-prima e com a logística, como estoque, frete e embalagens;
  • divulgação com marketing;
  • despesas com o local em que você trabalhará, já que, ainda que seja em casa, será necessário pagar energia, água, internet etc.;
  • gastos com funcionários, caso tenha. Um e-commerce não necessita de uma equipe grande em seu início, como uma loja física, mas alguns gestores gostam de ter a ajuda de alguém para lidar com a rotina.
planejamento para abrir uma loja virtual

Tire o CNPJ

Ter um CNPJ não é obrigatório, mas ele ajuda a deixar o negócio com um ar mais respeitoso e confiável. Quem está começando pode optar por se formalizar como MEI. Essa categoria tem a vantagem de não exigir impostos altos e é apropriada para quem tem um faturamento de até R$ 81 mil por ano, o que equivale a R$ 6.750 por mês.

O Simples Nacional seria a segunda opção. Ele demanda um valor mais alto de tributos, mas seu pagamento ainda é feito de forma simplificada. A vantagem é que permite um faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano.

Caso tenha dúvidas em relação à escolha da categoria, converse com um profissional da área contábil, para entender o que é melhor na sua situação.

Registre o e-commerce

Dependendo da espécie de empresa, o registro do e-commerce segue um caminho diferente. Nesse caso, é aconselhável pegar informações com o município local ou o Sebrae. Mas, como regra geral, você precisará do alvará definitivo de funcionamento. Alguns empreendimentos ainda exigem outros documentos, como uma autorização pelo Corpo de Bombeiros.

Pense na plataforma

A plataforma para e-commerce é o sistema que possibilita ao lojista anunciar os produtos e gerenciar como eles serão disponibilizados aos visitantes. É importante que seja escolhida uma plataforma que atenda as necessidades de cada e-commerce, com funcionalidades e layout adequados.

Assim, é interessante fazer um bom investimento nessa ferramenta, para que ela consiga sempre apresentar um bom desempenho e ser capaz de suportar um grande número de visitas, principalmente em dias especiais, como Black Friday. Outro aspecto a se pensar é na viabilidade dela de integrar outras ferramentas, como o ERP para fazer toda a gestão da loja virtual.

como-abrir-loja-virtual

Defina o processo logístico

Também é preciso pensar em todo o processo logístico. Por exemplo, quem serão os fornecedores dos produtos, em que local eles ficarão armazenados e quem fará as entregas (Correios ou transportadoras, por exemplo).

Ainda nesse passo, vem a precificação. Ela precisa ser estabelecida levando em consideração os custos de aquisição, os gastos para a loja se manter, o preço médio do item no mercado e o valor subjetivo que ele oferece aos consumidores.

É melhor investir em e-commerce ou em marketplace?

Uma dúvida que costuma surgir em quem começa o empreendimento de vender online é: o ideal é comercializar por marketplace ou loja virtual?

Bem, antes de tudo, vamos explicar, brevemente a diferença de ambos. O marketplace é como se fosse um grande shopping virtual, que abriga diversas outras lojas ou marcas. Exemplos deles são Americanas.com, Submarino e Mercado Livre. Nesses locais, existem diversos vendedores diferentes, que “alugam um espaço”, para oferecerem seus produtos. Já a loja virtual é um site de uma única marca, em que só atua a própria empresa.

Os dois apresentam suas próprias características, com vantagens e desvantagens. Por exemplo, um marketplace consegue garantir um alcance mais rápido, já que os consumidores chegam a ele por já confiarem na plataforma. No entanto, a cada venda, é preciso repassar uma comissão. Já no e-commerce, o lojista pode apresentar mais dificuldade em se destacar, no começo. Contudo, o retorno com relação a vendas e marketing pode ser maior.

Assim, o ideal seria estar em ambos os lugares, para aproveitar ao máximo todos os benefícios.

Como escolher o nicho de mercado?

Escolher o nicho de mercado é um dos pontos a ser decidido quando alguém se pergunta como abrir uma loja virtual. Apesar de podermos vender praticamente tudo pela internet, o tipo de mercadoria influencia em determinadas questões, como concorrência, custos, logística (facilidade na aquisição, forma de armazenamento e meio de transporte), perfil de público e estratégias a serem adotadas.

Ao adotar um nicho mais comum, você encontrará fortes concorrentes no caminho e precisará de estratégias diferenciadas para se destacar. Em compensação, os produtos costumam ter fácil aceitação pelos consumidores.

Já ao entrar em um nicho pouco explorado, você tem a vantagem de não encontrar tanta concorrência pela frente. Por outro lado, precisará fazer o público entender a proposta das suas mercadorias.

Uma ideia nesse processo é fazer uma pesquisa de mercado e avaliar quantas outras marcas existem fazendo o que você deseja, como é a aceitação do público pelas mercadorias, quais tipos de clientes estão envolvidos e a sua afinidade com o tema em questão.

Como acontecem o registro de domínio e a escolha de servidor?

Outro passo necessário nessa questão envolve o registro do domínio e a escolha do servidor. O domínio representa a URL, ou seja, o endereço do site pelo qual as pessoas chegarão à loja. Assim, ele precisa envolver o nome da marca (para que os usuários saibam qual a origem dos produtos) e, se possível, alguma palavra-chave que defina o negócio, por exemplo “cosméticos” ou “bijuterias”. Isso é uma das estratégias de SEO e ajuda a otimizar o site nos resultados de busca.

Com relação ao nome, opte por algo curto e que seja fácil de ser memorizado e procurado. Isso significa que o melhor é evitar estrangeirismos ou algo muito exótico. Além disso, dê preferência a extensões terminadas em “.com.br”, por gerarem melhor posicionamento.

Dependendo do tipo de plataforma (se não for alguma SaaS, que permite o armazenamento em nuvem), será preciso escolher um servidor. Ele será o responsável por armazenar as informações, lidar com o tráfego e deixar o site sempre disponível. Tente escolher um que ofereça suporte 24 horas, para ajudar a corrigir falhas a qualquer momento, caso surjam.

Qual a importância do design e da experiência do usuário?

Muito se fala sobre a experiência do usuário. Ela se refere ao modo como cada consumidor se sente ao entrar em contato com a marca. E, falando de e-commerces, um dos principais pontos nesse quesito tem relação com o design do site.

Quando falamos em design, podemos abranger diversos aspectos, como:

  • cores: o template de tonalidades precisa ser agradável e combinar com a proposta da marca. Por exemplo, vender utensílios para motociclistas exige cores diferentes das que usaríamos se fôssemos comercializar roupas infantis. Ao mesmo tempo, esses tons devem ter harmonia, evitando o excesso;
  • hierarquia das informações no menu: é a partir do menu que os usuários navegarão pelo site e conseguirão encontrar o que precisam. Sendo assim, certifique-se de que o menu é intuitivo e apresenta as divisões e subdivisões dos produtos;
  • carregamento rápido: o site precisa ser leve, a fim de que o usuário não tenha que esperar muito tempo pelo seu carregamento. Caso contrário, ele desistirá rápido e irá em busca de outra marca;
  • acesso mobile: com a facilidade que qualquer um tem de tirar o celular do bolso e acessar uma página da internet, é aconselhável ter atenção para o e-commerce e possibilitar o acesso por smartphones e tablets;
  • fotos e descrição dos produtos: também não podemos deixar de lado esse aspecto. É pela apresentação do produto que o consumidor avaliará se o item em questão poderá ser útil. Por isso, capriche em fotos de qualidade e faça descrições completas e atrativas.

Quais as formas de pagamento?

Quem vende na internet precisa lidar com as diversas necessidades existentes de clientes. Isso envolve, também, as formas de pagamento, que costumam ser: cartão de crédito, cartão de débito, boleto e transferência bancária. Além disso, com relação aos cartões, ainda existem as várias bandeiras operando no mercado.

Quanto mais opções uma loja tiver, mais facilidade terá em agradar os clientes. No entanto, isso também implica aumento de custos. Uma solução para amenizar gastos e não desagradar algum consumidor no momento do checkout é contar com ferramentas, como gateways e intermediadores de pagamento.

Tais sistemas oferecem ampla variedade de opções, sem pesar tanto no orçamento e sem riscos de fazer o usuário desistir da compra e preferir fazer a aquisição no concorrente. Além disso, eles ajudam a deixar a loja mais protegida para os dois lados (consumidores e lojistas), ao evitarem golpes e o roubo de dados.

Como se dá o marketing para loja virtual?

Um dos passos mais relevantes quando nos questionamos como abrir uma loja virtual é fazer um planejamento para estabelecer a divulgação inicial da marca. Para isso, algumas ideias são as dispostas a seguir.

Links patrocinados

Quando começamos a empreender, um dos passos mais difíceis é conseguir fazer as primeiras vendas. Afinal, como as pessoas vão comprar se nem sabem da existência da empresa?

É por isso que a estratégia de links patrocinados é uma das utilizadas. Por meio de anúncios pagos, você consegue fazer com que os usuários, ao navegarem pelas redes sociais ou pelo Google, cheguem ao seu site.

Sabe quando você procura por algo no Google e, nos primeiros resultados, aparecem links com uma tag “anúncio”? Esse é um tipo de exemplo dessa ação. A ideia é aumentar o tráfego para o e-commerce, por meio do aumento de cliques.

Redes sociais

Ter uma página da empresa em redes sociais é outra estratégia que tende a dar certo, principalmente se o público for composto por pessoas mais jovens.

Isso porque essas plataformas representam mais que uma forma de entretenimento. São meios pelos quais a marca pode se comunicar com os seguidores, apresentando as novidades, estimulando o engajamento e conhecendo melhor a audiência.

Para muitos consumidores, essas redes são, ainda, um atestado de existência da empresa, já que muitos as procuram nas plataformas, a fim de conhecer um pouco mais sobre seus valores.

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é uma prática do Inbound Marketing e tem como finalidade atrair pessoas, para que conheçam um pouco mais sobre a empresa em questão.

Por meio de conteúdos relevantes, escritos ou em vídeos, a marca apresenta conceitos, responde a possíveis dúvidas, gera conhecimento e, a partir disso, aumenta sua autoridade sobre determinado assunto.

A ideia é elaborar materiais, de acordo com as estratégias do funil de vendas, para fazer com que os usuários, em algum momento, decidam-se pela compra.

E-mail marketing

O e-mail marketing é outra boa ação para levar conteúdos aos usuários. Por meio de uma newsletter ou um fluxo de nutrição, é possível manter um relacionamento com os clientes, engajá-los em ações e apresentar novidades, produtos, descontos e conteúdos ricos.

Como fazer uma gestão eficiente?

Além de entender como abrir uma loja virtual, é interessante que você saiba como fazer uma boa gestão. É por meio dessa ação, feita no dia a dia, que poderemos colher os ganhos lá na frente.

Podemos contar com a ajuda da tecnologia, como um sistema ERP, que nos auxilia a automatizar aqueles processos mais burocráticos e a deixar todas as informações importantes centralizadas.

Gestão de uma loja virtual

Para ter uma administração eficiente, a recomendação é a disposta a seguir.

Conheça o público

A ação de entender quem é sua audiência, do que ela gosta, quais são os seus problemas e o que ela procura precisa ser contínua. Isso porque os consumidores só comprarão se sentirem que a marca consegue suprir suas necessidades e se perceberem que os produtos atenderão ao que precisam.

Para isso, é possível buscar informações sobre:

  • comportamentos, em redes sociais, como posts mais curtidos e com maiores interações;
  • preferências de compras, a partir de dados coletados em um ERP;
  • gostos e necessidades, por meio de questionários em formulários, que podem ser enviados por e-mail.

Cuide da gestão de produtos

Na gestão de e-commerce, é importante realizar o cadastro adequado de todos os produtos na plataforma, para que o cliente possa escolher o que ele realmente precisa.

E, por falar em aquisições, no momento de cada novo pedido, é importante contar com um sistema que atualize os estoques em tempo real nos canais de venda. Isso evita que a empresa faça a venda de algo inexistente, o que deixaria qualquer cliente frustrado. Caso você tenha um ERP, o sistema realiza todas essas funções, de forma automática.

Controle o estoque

O controle de estoque também não pode ser negligenciado. É a partir de uma administração eficiente que o lojista consegue perceber o exato momento de fazer novas solicitações aos fornecedores.

Isso é importante para evitar a ruptura de estoque, situação que se dá quando o consumidor deseja uma mercadoria que acabou. A empresa acaba tendo prejuízos, visto que esse cliente poderá procurar o produto em algum concorrente.

Ainda com relação ao assunto, também é recomendado ter o monitoramento daqueles itens que demoram mais para sair, a fim de não correr o risco de estragarem ou perderem-se.

Cadastre fornecedores

O cadastro de fornecedores torna a rotina muito mais eficiente, já que é possível perceber aqueles que oferecem melhores vantagens à empresa.

Essa ação de gerenciamento permite facilitar o processo cada vez que a empresa precisa realizar novas compras, ajuda no controle de gastos, colabora para o bom relacionamento da empresa com eles, garante mais qualidade nas mercadorias e aumenta a competitividade do empreendimento.

Anote, sempre, todas as informações relativas a cada compra, como formas de pagamento, particularidades dos produtos e melhores tipos de mercadorias adquiridas de cada fornecedor. Para que as informações possam ser atualizadas, de forma fácil, o ideal é contar com um sistema informatizado eficiente.

Faça o controle financeiro

Cuidar das contas a receber e a pagar precisa fazer parte da rotina. Quem compra ou vende pode optar pelo parcelamento do pagamento, e é preciso controlar para que nada seja esquecido.

Com o tempo, se não houver uma administração adequada, fica fácil se perder no meio de contas a pagar e a receber. Corremos o risco de atrasar as prestações e, assim, ter de pagar juros. Também não temos o controle de quem são os clientes inadimplentes, pois é esse conhecimento que nos permite tomar providências.

Trabalhar com cartões ainda implica monitorar se a adquirente está repassando as parcelas na data certa e se as taxas têm sido descontadas corretamente.

Outro detalhe para prestar atenção é com relação ao DRE (Demonstrativo de Resultados), confrontando receitas, custos e despesas apurados no exercício. Ainda nesse aspecto, emitir e ter controle com relação a notas fiscais torna a gestão ainda melhor.

Adote as métricas

A única maneira de sabermos se a empresa tem alcançado bons resultados é adotando indicadores de desempenho. Taxa de conversão, quantidade de carrinhos abandonados e ticket médio mensal são bons exemplos de métricas a serem adotadas.

A taxa de conversão pode ser usada para diversos fins. Em uma loja virtual, geralmente calculamos a porcentagem de usuários que se decidiram pela compra em relação aos que visualizaram o produto. Sua fórmula é:

Taxa de conversão = (número de clientes que compraram/quantidade de usuários que visualizaram a página) X 100.

A média de carrinhos abandonados define a quantidade de consumidores que apenas encheram o carrinho com produtos, mas não finalizaram a compra. Sua fórmula é:

Taxa de carrinhos abandonados = (quantidade de usuários que não completaram o checkout/número de pessoas que iniciaram o checkout) X 100.

O ticket médio mensal calcula quanto cada consumidor gasta, em média, por mês, com as compras. Seu cálculo é feito pela fórmula:

Ticket médio = total de receita no mês/número de clientes no mês.

A partir de tais resultados, é possível adotar estratégias para otimizar ainda mais as ações.

Bem, finalizando nosso conteúdo sobre como abrir uma loja virtual, podemos concluir que as ações mais importantes para o sucesso têm relação com o planejamento, a organização e o monitoramento de todos os processos. É a partir de uma definição estruturada que a empresa tem condições de adotar estratégias mais alinhadas. Por isso, contar com um sistema ERP é essencial para qualquer negócio.

Gostou do conteúdo? Que tal conhecer um pouco mais sobre o que essa tecnologia ERP pode fazer pela sua empresa? Entre em contato conosco.